O dever é dever fazer,
É fazer algo condicionado.
Um comportamento com atitudes em conflito,
Do qual o resultado
É nulo.
Liberta-te da ciência.
Dedica-te à emoção.
Pois não é a análise que nos traz amor.
Não é por análise que se consegue paixão.
A filsofia é amar pensar,
Mas amar não é pensar.
Pois o pensamento racionaliza o sentimento
E o amor não é racional.
Se observas o comportamento amoroso
É porque não o encontras em ti,
Pois se em ti o tivesses,
Não terias de observar
Para sentir.
O poema métrico é a escrita racional.
Uma ofensa da parte da ignorância,
Que se faz de intelecto
Para chafurdar na lama,
As fucinheiras dos nobres conhecedores.
Quanto mais pensas saber,
Mais necessidade tens de aprender.
Porque quanto mais aprenderes,
Menos saber pensarás ter.
Só com humildade
É que conseguimos aprender.
De narcisismos não há necessidade.
Vocês, convencidos, vão-se foder.
Viva o amor.
Viva à emoção.
Deixem-se de maestria.
Dediquem-se à eterna aprendizagem.
Para vós dedico este texto.
Para vós, otários.
Porque com vós vomito
E longe de vós sou feliz.
sábado, 3 de março de 2012
Para o meu querido amigo, o que rege a minha vida. Ele que morra, com muito amor meu.
Desconheço esse sentimento frio que sopras.
Essa repugnância que vomitas sobre os outros,
Desconheço...
Queria acreditar,
Queria tentar,
Mas acima de tudo...
Queria realizar
Essa metamorfose.
Essa tão sonhada metamorfose
Que te transformaria
Na mais divina criatura.
Mas por ora,
És vil e nojento.
Verdadeiramente asqueroso e cheiras a podre.
És pior que morto sem cova,
Pior do que psicopata omnipotente,
Pior que larva da decomposição,
És pior do que um oceano de fezes.
Mas aí estás,
Como se nada fosse.
A brincar com a vida dos outros.
Sim és tu.
Vil traidor,
Pedaço de pus.
Tu, oh Destino
Que me arrancas o fígado todos os dias
E me atormentas por toda a minha existência,
Amo-te.
quinta-feira, 1 de março de 2012
Meu lema de vida? Descobre.
Que coisa!
Uma vida de caca.
Esta minha vida...
Sempre a mesma coisa...
Esta minha vida...
Filhos duma mãe.
Outras não podiam acontecer.
Desta é demais.
Alguém me ajude?
Uma vida de caca.
Esta minha vida...
Sempre a mesma coisa...
Esta minha vida...
Filhos duma mãe.
Outras não podiam acontecer.
Desta é demais.
Alguém me ajude?
Yah, eu sei. Mas whatever... vou na mesma
...dasse.
Sabes quando tens aquele sentimento de olhar e fantasiar com algo que pode não ser real?
Quando olhas e fantasias com o demasiado bom?
E depois começas a pensar "nah, nunca vai acontecer... mas queria tanto..." e vais, atiras-te de cabeça e cais no abismo?
E quando estás lá bem no fundo lembras-te "eu sabia que isto ia acontecer, mas fui e atirei-me na mesma...".
Pois... estou na fase do fantasiar e atirar-me de cabeça, embora saiba que vou sair de mãos vazias.
Mas não há do que me preocupar, preocupo-me quando estiver na merda.
Sabes quando tens aquele sentimento de olhar e fantasiar com algo que pode não ser real?
Quando olhas e fantasias com o demasiado bom?
E depois começas a pensar "nah, nunca vai acontecer... mas queria tanto..." e vais, atiras-te de cabeça e cais no abismo?
E quando estás lá bem no fundo lembras-te "eu sabia que isto ia acontecer, mas fui e atirei-me na mesma...".
Pois... estou na fase do fantasiar e atirar-me de cabeça, embora saiba que vou sair de mãos vazias.
Mas não há do que me preocupar, preocupo-me quando estiver na merda.
Lê e cala-te. Sente o que escrevi e depois esquece. Aproveita o momento.
Saber o que não sei,
É estudar o desconhecido que está ao meu alcance.
Se fosse procurar algo que nunca saberei,
Então sou louco.
Louco, eu?
Sou, sou louco como os comuns
E comuns somos todos.
Sou louco como vocês.
Vocês lêm,
Mas não comentam.
Se comentassem,
Eu seria mais feliz.
A felicidade é irrelevante
Se o que procuras é o pazer,
Porque se procuras a felicidade
É porque não tens prazer
Prazer é ver sem os olhos.
Ver com o corpo, que não é físico.
Esse ser etéreo que flutua pelo todo,
Esse todo que também é o nada.
Esse nada vazio,
Opressivo aos meus sentidos.
Mas divino ao meu pensar,
Esse sentimento de amenizar.
É estudar o desconhecido que está ao meu alcance.
Se fosse procurar algo que nunca saberei,
Então sou louco.
Louco, eu?
Sou, sou louco como os comuns
E comuns somos todos.
Sou louco como vocês.
Vocês lêm,
Mas não comentam.
Se comentassem,
Eu seria mais feliz.
A felicidade é irrelevante
Se o que procuras é o pazer,
Porque se procuras a felicidade
É porque não tens prazer
Prazer é ver sem os olhos.
Ver com o corpo, que não é físico.
Esse ser etéreo que flutua pelo todo,
Esse todo que também é o nada.
Esse nada vazio,
Opressivo aos meus sentidos.
Mas divino ao meu pensar,
Esse sentimento de amenizar.
sábado, 25 de fevereiro de 2012
Eu sou, isso eu sei. Mas serei alguém?
Talvez por despeito ao meu ser.
Escolhi viver o que me rodeia.
Com esperanças vãs de valorização.
Porque aquele que colhe, é aquele que semeia.
Espero por redenção divina.
Que ignorância a minha.
Não há importância dada ao pó.
Nem a mais uma folha na vinha.
Olho o sol com o mais verde sentimento.
Pois ele é patrono pagão.
Eu sou um simples borrão.
Neste fartote de movimento.
Lágrimas, não as derrubo.
Mais por vergonha do que por falta de vontade.
Pois no carisma, não sou majestade.
Sou para os terrenos adubo.
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
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