Um beijo aqui,
Um beijo aculá.
Este sonho já eu vivi.
Um sonho que já não há.
Deixei-me embrulhar no mar.
Nesse oceano de cegueira.
Não vi nem ouvi,
Quem realmente era.
Desilusão e raiva,
São os cacos por mim ignorados.
Como quem ignora a calçada do dia-a-dia,
Pois só o ódio é como fruto dessas memórias.
Agora temo.
Temo deixar-me levar pela mesma estupidez.
Pelo desconhecimento.
E desta vez sair afectado...
Mas a coragem é a minha ventura.
É minha referência de existência.
A minha descontração.
Que me satisfaz o coração.
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